Em O Código Da Vinci, Robert Langdon interpreta iniciais PS gravadas na chave do cofre de segurança de Sophie Neveu, como sendo PRIORADO DE SIÃO. Está abreviação também aparece em um dos documentos que Bérenger Saunière, encontrou dentro da igreja Rennes-le-Château e que aparecia na lápide de Marie de Blanchefort, que antigamente se situava no cemiterio da igreja.
O assunto PRIORADO DE SIÃO é a citação básica que corre ao longo da trama de O Codigo Da Vinci; Criados como cristão, muitos desconhecem as verdadeiras forças históricas em ação por trás do cristianismo.
A incerteza da chamada "evidência" cria uma atmosfera nebulosa que torna o priorado ainda mais intrigante. E a verdade conhecida é decididamente obscura.
Maior parte das verdadeiras evidências da existencia do PRIORADO DE SIÃO está armazenadas na Biblioteca Nacional, em Paris. Existem dois documentos que são especial; referente à linhagem merovígia. O primeiro trata-se dos egnimaticos Dossiês Secretos. O segundo é uma obra conhecida como Le Serpent Rouge (a serpente vermelha). Comtem uma genealogia dos merovíngios , uma planta baixa da igreja de Saint-Sulpice e 13 poemas relacionados aos signos dos zodíaco ( incluindo um 13º signo, inserido entre o Escorpião e Sagitario: Ophiuchus "o homem que segura a serpente").
Acredita-se que o PRIORADO DE SIÃO tem suas raizes definitivas em uma sociedade hermética ou gnóstica liderada por uma sábio egípcio chamado Ormus, aproximadamento em 46 d.C. "Ormus" também é o subtitulo que o Priorado de Sião adotou em 118, quando mudou seu nome para "ORDEM DE SIÃO". Nessa época eles também se chamavam de "Ordem de la Rose-Croix Veritas" (Ordem da verdadeira Rosa Cruz), indicando que o priorado de Sião pode ter sido, na verdade, a ORDEM ROSA CRUZ ORIGINAL.
(continua...)
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